Aprenda mais sobre a catapora

A catapora é uma virose benigna, altamente contagiosa, muito comum na infância, causada pelo vírus varicela-zóster. Segundo o a Sociedade Brasileira de Dermatologia, 90% dos adultos são imunes à varicela, pois já a contraíram em alguma fase da vida. Crianças costumam contrair a doença na época do inverno, pois é quando a concentração em ambientes fechados aumenta.

Sintomas
A catapora é caracterizada, principalmente, pelo aparecimento de várias pequenas lesões no corpo. Elas aparecerem como manchinhas vermelhas que logo se transformam em bolhas cheias de líquido. Essas bolhinhas estouram e formam uma casquinha até sarar. Além disso, é comum sentir febre, falta de apetite e mal-estar. Deve-se evitar coçar as lesões para não causar infecções secundárias e cicatrizes. Normalmente o processo da doença demora entre uma e duas semanas.
Não há tratamento especifico para a catapora, apenas remédios para aliviar os sintomas. A recuperação completa ocorre de sete a dez dias depois do aparecimento dos sintomas. Caso você ou algum conhecido esteja com a doença, procure auxílio médico.

Correr pode amenizar cólicas menstruais

As temíveis cólicas normalmente são caracterizadas por contrações na musculatura, geralmente abdominal, e podem ocorrer no útero ou no intestino. Suas causas podem ser variadas, como o período de menstruação e fatores envolvidos com a endometriose – tecido que reveste o útero e que pode causar o problema por não conseguir expelir o sangue da menstruação de maneira adequada.

Existem vários tipos de cólica e o recomendado é, em cada caso, adotar uma estratégia diferente quanto aos treinos. “Se for uma cólica menstrual e a mulher estiver muito indisposta, é mais aconselhável que ela faça o repouso”, fala Domingos Mantelli, ginecologista e obstetra. “Já se a cólica é mais leve, a atleta pode se beneficiar da corrida para aliviar as dores até mesmo para os próximos ciclos”, completa.

Deixando de lado a indisposição e falando em dores, o preparador físico Felipe Kutianski aconselha que, caso sejam muito fortes, o melhor mesmo é o repouso. “Já as mulheres que não sentem uma cólica tão forte a ponto de ter que fica de cama, correr, mesmo com pequenas dores, pode trazer benefícios, já que a atividade libera endorfinas (hormônio responsável pelo bem-estar).”

Para as mulheres que sofrem muito com as cólicas, Felipe Kutianski dá uma dica: “Eu recomendaria algumas técnicas de Pranayamas (respirações ativas do Yoga) e exercícios básicos em casa de respiração. Boa parte das mulheres sofre com as dores pelo simples fato de não terem um controle sobre sua respiração.”

Quem opta por praticar a atividade pode, inclusive, experimenta benefícios a longo prazo. “A mulher que faz atividade física periodicamente tende a ter uma qualidade melhor no período menstrual e ter menos cólica”, finaliza Mantelli.

Sem cólicas
Para evitar sentir cólicas, existem alimentos que ajudam a diminuir as contrações uterinas. Entre eles, os ricos em cálcio e potássio influenciam diretamente. Além disso, com acompanhamento profissional, é possível evitar as cólicas (ou diminuir sua intensidade).

Algumas dicas recomendadas por profissionais:

1) Controlar a intensidade da atividade
Forçar muito o seu corpo pode piorar a cólica, por isso, nesse período treine com menos intensidade;

2) Exercícios menos intensos
Nesse período, além da corrida, alongamento, caminhada e Yoga são recomendados para a mulher por serem atividades de baixo impacto e não prejudicarem ainda mais o período de cólicas.

3) Coma os alimentos certos
Alimentos que possuem ômega 3 são recomendados para esse período por melhorar as contrações. Opte por salmão e atum, por exemplo. Ainda existem mais alguns relaxantes musculares naturais, como castanha do Pará, batata, banana etc.

4) Aposte no calor
O frio pode piorar as dores da cólica, por isso, procure se manter em um lugar mais quente. A prática de exercícios deixa o corpo aquecido, ajudando com as dores.

5) Descanse
Após a prática de exercícios é importante descansar bastante e deixar o corpo relaxar. Não abuse!

Fonte: Domingos Mantelli