Dicas para evitar a Infecção Urinária

Infecção urinária é mais comum do que você imagina. Você já sentiu aquela dorzinha chata acompanhada de ardência ao ir ao banheiro? Isso pode ser sinal da doença que atinge mais de 50% das mulheres. O problema consiste na presença de bactérias que entram pela uretra e chegam até a bexiga, causando infecção.

Segundo a Dra. Erica Mantelli, ginecologista e obstetra pós-graduada em Sexologia pela Universidade de São Paulo (USP), as mulheres são as maiores vítimas da infecção urinária por causa do seu organismo. “As mulheres possuem uma uretra mais curta em média de três a quatro centímetros e também está localizada próxima ao ânus, por conta disso, as mulheres têm maior probabilidade de desenvolver infecções depois da atividade sexual ou ao usar diafragma”, afirma.

Algumas situações podem aumentar as chances da mulher ter uma infecção urinária como, diabetes, gravidez, retenção urinária, falta de higiene, obstipação intestinal, relação sexual sem preservativo, entre outros. “Uma flora vaginal, com pH ácido, protege a região de bactérias, porém, se há algum desequilíbrio, a mulher fica susceptível a doenças ginecológicas, corrimentos e infecção urinária”, alerta a ginecologista.

Para dar um fim às bactérias que causam todo esse prejuízo, é necessário o uso de antibióticos, porém sempre com orientação médica. “É importante procurar um médico para realizar exames e verificar qual é a bactéria responsável pela infecção. Uma vez medicada, os sintomas desaparecem em cerca de dois dias”, descreve a Dra. Erica Mantelli. Se a infecção voltar, a mulher deve consultar um especialista para que seja avaliado o funcionamento do aparelho urinário da paciente.

Alguns hábitos podem afastar a doença, a ginecologista e obstetra Erica Mantelli listou as principais recomendações quando o assunto é prevenir a infecção urinária.

Banhos e higiene

Durante o período menstrual, é importante trocar o absorvente a cada 4 horas. Durante o banho, não utilize nenhum produto que contenha perfumes na área genital e evite os óleos de banho.

Roupas

Evite usar calças muito apertadas, use calcinha de algodão e troque-as pelo menos, uma vez por dia.

Relação Sexual

Esvaziar a bexiga o quanto antes depois da relação sexual para evitar a proliferação de bactérias.

Alimentação

Beba bastante líquido, de dois a quatro litros por dia, consuma sucos naturais e evite tomar álcool ou cafeína em excesso, esses líquidos podem irritar a bexiga.

Fonte: Doutora Erica Mantelli 

Importância do exame de Papanicolaou

O exame é preventivo e pode detectar a presença de células anômalas antes mesmo de os primeiros sintomas aparecerem.

Muitas mulheres têm medo de ir ao ginecologista, mas mal sabem que esse médico deve ser o seu melhor amigo. Afinal, com saúde não se brinca e, quando falamos de relações sexuais e doenças relacionadas, todo cuidado é pouco. Um dos exames mais temidos da ginecologia é o Papanicolaou. Apesar dos temores, esse exame é super simples e precisa mesmo ser feito. Para esclarecer as dúvidas, conversamos com o ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli. Confira!

 

O que é o Papanicolaou?

O Papanicolaou é um exame que pode ser feito durante uma consulta comum ao ginecologista. “Ele permite, através da análise microscópica de uma amostragem de células coletadas do colo do útero, detectar células anormais pré-malignas  ou cancerosas”, afirma o Dr. Sua simplicidade não exclui sua importância, visto que é um dos exames mais eficazes quando se fala  de prevenção da saúde da mulher. Afinal, ele pode rastrear o câncer de colo do útero, que pode levar até dez anos para se desenvolver e é a segundo neoplasia maligna mais frequente entre as mulheres do mundo.

O que mais ele pode detectar?

O tumor em fase inicial não apresenta sintomas, por isso é fundamental que a mulher realize o exame. Por isso dizemos que o Papanicolaou é um exame preventivo: ele visa detectar as alterações celulares antes mesmo de os sintomas aparecerem. Além disso, a realização desse exame pode ajudar a descobrir a existência de outros males que colocam a saúde da mulher em risco e precisam ser tratados como: infecções vaginais (Tricomoníase, Candidíase etc) e outras sexualmente transmissíveis (Sífilis, Gonorreia, Condilomatose, Clamídia etc).

Quem deve fazer o exame e com qual frequência?

Após o início da vida sexual, todas as mulheres devem realizar o exame de Papanicolau pelo menos uma vez por ano. Os exames devem seguir até os 64 anos e podem ser interrompidos quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos. Para mulheres com mais de 64 anos e que nunca realizaram o exame, deve-se realizar dois exames com intervalo de um a três anos. Se ambos forem negativos, essas mulheres estão dispensadas de exames adicionais.

Mulheres virgens podem realizar esse exame?

Segundo o Dr. Domingos, mulheres virgens também podem realizar o exame de Papanicolau, mas apenas em situações específicas e utilizando material especial. Se o exame for feito de forma correta, não há nenhum risco ou problema para a paciente, nem mesmo em relação à ruptura do hímen.

 

Fonte: Dr. Domingos Mantelli 

Aprenda mais sobre a catapora

A catapora é uma virose benigna, altamente contagiosa, muito comum na infância, causada pelo vírus varicela-zóster. Segundo o a Sociedade Brasileira de Dermatologia, 90% dos adultos são imunes à varicela, pois já a contraíram em alguma fase da vida. Crianças costumam contrair a doença na época do inverno, pois é quando a concentração em ambientes fechados aumenta.

Sintomas
A catapora é caracterizada, principalmente, pelo aparecimento de várias pequenas lesões no corpo. Elas aparecerem como manchinhas vermelhas que logo se transformam em bolhas cheias de líquido. Essas bolhinhas estouram e formam uma casquinha até sarar. Além disso, é comum sentir febre, falta de apetite e mal-estar. Deve-se evitar coçar as lesões para não causar infecções secundárias e cicatrizes. Normalmente o processo da doença demora entre uma e duas semanas.
Não há tratamento especifico para a catapora, apenas remédios para aliviar os sintomas. A recuperação completa ocorre de sete a dez dias depois do aparecimento dos sintomas. Caso você ou algum conhecido esteja com a doença, procure auxílio médico.

Autoexame de Mamas

Faça o autoexame sempre entre 7-10 dias após a menstruação, pois a mama estará menos túrgida e menos sensível. Se você não menstrua mais, escolha um período no mês e procure por nódulos (caroços), secreções ou colorações estranhas.

O autoexame é muito importante para que você conheça suas mamas, assim se aparecer algo de diferente logo será identificado. Mas não entre em pânico! Procure seu médico e relate o que encontrou. Pode ser um simples nódulo de gordura.

Tire suas dúvidas com seu médico e não deixe de prestar atenção ao seu corpo.

Fonte: Dr Fernando Pontes 

Dez dicas para amenizar as dores da cólica menstrual

Como se não bastasse o incômodo e a irritação durante a TPM (Tensão Pré-Menstrual), algumas mulheres sofrem com cólicas durante o ciclo menstrual. Nesse período, a mulher pode sentir dores pélvicas, no baixo ventre. Se a dor for muito forte ou persistir após o final da menstruação, as causas devem ser investigadas pelo médico. Cerca de 50% das mulheres podem sentir cólica menstrual em algum momento da sua vida, e as dores podem ser de fraca a forte intensidade, interferindo negativamente na qualidade de vida.

Segundo a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, a cólica menstrual é uma dor aguda que vai e volta. Quando é muito forte, pode estar associada a outros sintomas como náuseas, vômitos e dor de cabeça.

— A dor é causada pela produção de prostaglandina, um hormônio responsável pela contração do útero nessa fase. Em algumas mulheres esse processo de contração é mais intenso e o fluxo menstrual maior — explica.

A cólica menstrual pode ser primária ou secundária. No primeiro caso, o mais comum, trata-se apenas de uma condição normal do ciclo menstrual, produzida pelas prostaglandinas. Já a secundária ocorre devido a alguma patologia como miomas uterinos, alterações no ovário, cistos, infecção pélvica, endometriose, uso do DIU (dispositivo intrauterino) e pólipos, entre outras doenças que podem afetar o sistema reprodutivo.

Geralmente, quando as cólicas são mais intensas, provocam outros males. Na maioria dos casos, a dor pode estimular o enjoo e a diarréia porque o trânsito intestinal aumenta.

— Quando esses sintomas se tornam constantes é preciso ser feita uma avaliação médica mais precisa, pois a dor forte pode significar outras doenças, principalmente, a endometriose — alerta a ginecologista.

Sinal de alerta para a endometriose

A mulher deve ficar atenta à intensidade da cólica menstrual, principalmente, as adolescentes, já que as dores costumam incomodar mais entre 17 e 34 anos.

— Trata-se de uma doença que pode ocorrer em qualquer momento da fase fértil, da primeira até a última menstruação. Algumas mulheres só descobrem que tem a doença quando tentam engravidar e não conseguem. Por isso, é importante consultar o ginecologista sempre que sentir fortes dores no baixo ventre — avisa a ginecologista.

Veja dicas de como minimizar as dores causadas pelas cólicas:

1 – Descanse
Durante o período de menstruação, é natural sentir-se cansada e sem ânimo. E com dor fica ainda mais difícil ir trabalhar ou se divertir. A recomendação é relaxar e descansar. Procure deitar com a barriga para baixo, apoiada em um travesseiro, comprimindo-a. Isso já ameniza as dores e pode garantir uma boa noite de sono nos dias de cólica menstrual.

2 – Faça exercícios físicos
Aposte em atividades como alongamento, ioga, caminhada ou andar de bicicleta. Feitos de forma regular e moderada, os exercícios liberam endorfina que tem a capacidade de diminuir a dor.

3 – Abuse de alimentos certos
Na lista, estão: soja, banana, beterraba, aveia, tofu, couve, abobrinha, salmão, atum e castanha-do-pará. Eles servem como relaxantes musculares e têm poder anti-inflamatório natural.

4 – Esqueça os alimentos gordurosos
Evite comer frituras, hambúrgueres ou alimentos ricos em gorduras, pois aumentam a produção de hormônios que causam contração no útero. Evite alimentos embutidos e bebidas com cafeína, por exemplo, café, chá preto e refrigerante.

5 – Fuja do estresse
Situações estressantes podem deixar a mulher mais irritada e sem paciência aumentando a intensidade da dor. Por isso, procure ficar relaxada e evite situações que podem causar estresse.

6 – Chás são aliados
Beba chá de canela, pois a canela age como analgésico amenizando a cólica. Além dele, os chás de hortelã e erva cidreira com propriedades calmantes também contribuem para o bem-estar.

7 – Use bolsa de água quente
A bolsa de água quente pode ser uma forte aliada. O calor emitido estimula a irrigação, relaxando a musculatura e amenizando o impacto das contrações do útero.

8 – Aposte em massagens
Movimentos suaves no abdômen e nos pés podem amenizar a cólica. Alivia a tensão muscular, melhora a circulação sanguínea e, consequentemente, diminui a dor. Comprimir essa região também pode ser uma forma de massagem.

9 – Acupuntura
As agulhas aplicadas em pontos estratégicos, entre eles, a região abdominal e lombar, podem auxiliar na liberação de endorfina e reduzir o incômodo causado pela dor abdominal.

10 – Quando optar pelos medicamentos
Pode parecer um sintoma simples, mas só um médico pode recomendar o melhor medicamento para diminuir a cólica menstrual. De acordo com a médica, algumas mulheres recorrem ao analgésico, mas por ser uma inflamação que provoca contrações no útero, os anti-inflamatórios e antiespasmódicos são mais indicados para combater a cólica menstrual. A mulher deve ser avaliada periodicamente pelo seu ginecologista para descartar doenças graves que podem se manifestar com dores do tipo cólica. Apesar de muitas vezes ser intensa, a cólica pode ser tratada e praticamente passar despercebida, sem prejudicar a rotina da mulher.

 

Fonte: Doutora Erica Mantelli 

Nariz, ouvidos e garganta são tratados pelo otorrinolaringologista

Como primeira contribuição para este portal, gostaria de começar apresentando a minha especialidade: a Otorrinolaringologia. Trata-se do ramo da medicina que cuida do nariz, dos seios da face, dos ouvidos e da garganta. Esta última (garganta) corresponde, na verdade, a dois órgãos: a faringe e a laringe.3

Se fôssemos ser mais detalhistas, portanto, o nome completo da especialidade deveria ser “Otorrinosinusofaringolaringologia”. Mas aí nenhum paciente nos procuraria porque ninguém saberia repetir esse nome na hora de marcar a consulta, tampouco caberia em nossos carimbos médicos. Então, vamos deixar otorrinolaringologia mesmo.

Nos países de língua inglesa o otorrinolaringologista é até mais conhecido como ENT Doctor (ENT sendo a sigla para Ear, Nose and Throat, ou seja, o médico de ouvido, nariz e garganta), o que facilita o entendimento do público.

Para se ter uma amostra disso, basta ficarmos resfriados: o nariz começa a escorrer, os ouvidos ficam tampados, a garganta dói. Logo percebemos que “é tudo uma coisa só”, ou, pelo menos, muito relacionado.

Isso ocorre porque, realmente, existe uma comunicação direta entre esses órgãos mas, principalmente, porque a mucosa que os reveste por dentro é muito parecida, quase que um contínuo.

Desse jeito, é muito comum que uma inflamação do nariz se prolongue pela mucosa dos seios da face, da faringe, da laringe e até para a orelha média. O mesmo não ocorre com tanta facilidade na transição entre a laringe e a traqueia (e dali para os brônquios e pulmões), muito menos entre a faringe e o esôfago.

Embora sejam estruturas contíguas, as características da mucosa já apresentam diferenças maiores, o que ajuda a conter uma eventual inflamação. Isso explica porque os resfriados não evoluem para pneumonias com muita frequência ou porque uma faringite não acaba em esofagite.

Mais do que cuidar de inflamações – as famosas rinites, sinusites, faringites e otites; que serão objeto de outros artigos – a otorrinolaringologia cuida de algumas das funções e sentidos do corpo humano mais importantes para uma vida saudável: o olfato, a fala, a respiração, a audição e o equilíbrio. Garantir o bom funcionamento dessas cinco funções resume com propriedade o principal objetivo da otorrinolaringologia.

Como acontece com quase todas as funções de nosso corpo, e com muitas coisas em nossa vida de forma geral, só damos valor a elas quando a perdemos ou deixam de funcionar corretamente. Só percebemos a importância de respirar bem pelo nariz, por exemplo, quando ele vive entupido (há uma máxima em otorrinolaringologia que diz “Só é feliz quem respira pelo nariz”). A audição é outro bom exemplo. Ela, talvez, seja até mais importante que a visão para a socialização do indivíduo, mas damos pouca importância para sua preservação (voltarei a falar sobre o tema futuramente).

Por fim, cabe ressaltar que, em Medicina, tão importante quanto tratar doenças é prevení-las. E na Otorrinolaringologia, isso não é diferente. Essa é uma especialidade fértil em medidas simples que podem dar mais saúde ao seu nariz, ouvidos e garganta. Mas também é uma área cheia de mitos e conceitos populares sem fundamentos científicos. A prevenção também terá um espaço de destaque em nossos artigos. Até a próxima!

 

Fonte: Minha Vida 

Esclareça todas as suas dúvidas sobre absorvente interno

No período da menstruação, como se não bastasse o desafio de lidar com os sintomas físicos e psicológicos da tensão pré-menstrual (TPM), as mulheres ainda têm de encarar a rotina com o desconforto dos sangramentos. Para quem não quer a roupa marcando ou o risco de vazamentos, a alternativa mais comum é o absorvente interno.

Apesar disso, ele nem sempre não agrada a todas e seu uso é cercado de mitos e verdades. O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, porém, sustenta que qualquer mulher pode usá-lo. “Há quem sinta desconforto, mas todas podem utilizar”, afirma.

Absorvente interno: dicas e cuidados

Optar ou não pelo uso do absorvente interno é uma escolha pessoal. Como a prioridade é o conforto, você é quem precisa decidir se o método é o ideal no seu caso. Caso resolva utilizá-lo, é importante manter alguns cuidados. “Deve haver uma troca regular a cada quatro horas, para evitar machucados e risco de infecção vaginal”, informa Mantelli.

Os cuidados de higiene são importantes, conforme ressalta o especialista, para evitar que a região vaginal se torne um meio de cultura de bactérias. Assim, você previne desconfortos e possíveis problemas de saúde.

Outro ponto importante é a escolha do produto. “Para definir o tamanho correto, o que deve ser avaliado é a intensidade do fluxo e o conforto pessoal”, indica o ginecologista. Você pode utilizar diferentes medidas – do pequeno ao grande – para testar o que melhor se adapta de acordo com a sua necessidade.

Durante a noite, o ideal é suspender o uso do absorvente interno. Se a mulher fizer questão, ele deve ser colocado exatamente na hora de dormir e retirado assim que ela acordar. Afinal, trata-se de um longo período com o mesmo protetor.

Coletor menstrual é alternativa

Para mulheres que têm alergia aos absorventes comuns, o mercado disponibiliza agora uma nova alternativa: o coletor menstrual. “É um produto feito de um plástico maleável que é introduzido na região genital, no período da menstruação, para que todo sangue fique coletado dentro dele”, explica o ginecologista.

O coletor é lavável e pode ser utilizado por anos. Tudo, é claro, desde que feita a higienização correta ao longo do uso. O recomendado é que ele seja retirado a cada três ou quatro horas para ser lavado. O método só não é indicado para mulheres com fluxo muito intenso, justamente por conta da necessidade muito constante de lavagem.

Mesmo que sejam fabricados com material hipoalergênico, é preciso ter atenção com os coletores. “Há uma pequena chance de alergia, por isso o ideal é que as mulheres que costumam ter reações evitem o uso, assim como aquelas que apresentam algum problema na anatomia vaginal”, pondera o especialista.

O que ocorre é que o posicionamento diferenciado do colo do útero ou de alguma glândula, como a de Bartholin, por exemplo, impedem a colocação adequada do coletor. “Isso pode ocasionar vazamentos ou machucar a mucosa vaginal”, conclui Mantelli.

E aí, gostou das dicas? Qual método você prefere? Deixe um comentário com a sua opinião sobre este artigo.

 

Fonte: Domingos Mantelli

O que é plano de saúde por adesão?

 

Planos de saúde por adesão podem ser uma alternativa mais econômica para profissionais afiliados a entidades de classe ou associações, pois possuem tabela de preços diferenciada e mais atrativa. Qualquer cliente pode contratar um plano de saúde como pessoa física. Mas no caso de um plano de saúde por adesão, é preciso estar vinculado a uma entidade, associação ou sindicato. Este tipo de plano também pode ser uma excelente alternativa para profissionais autônomos, ou empregados onde a empresa não oferece o benefício.

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SOP – Síndrome de Ovários Policísticos

A SOP (Síndrome dos Ovários Policísticos) é uma alteração hormonal que afeta 5-10% das mulheres. O diagnostico é realizado quando a paciente apresenta ao menos duas destas características:

1- Ciclos menstruais irregulares. A paciente com SOP não ovula todos os meses, portanto apresenta anovulação crônica, o que faz com apresente sangramentos com intervalos maiores de 45 dias.

2- Aumento dos níveis de hormônio masculino ou sinais de hiperandrogenismo, como hirsutismo (aumento dos pelos do corpo e do rosto).

3- Ovários de padrão micropolicístico na ultrassonografia.
É importante ressaltar que se a paciente tem ovários com policistos, não significa que tenha síndrome. Muitas pacientes ao realizarem uma ultrassonografia ficam assustadas com o resultado, mas apenas será diagnosticada portadora da síndrome se houver mais um dos 3 itens listados acima.

Quais são os riscos de ter SOP?
O ciclo menstrual precisa ter as 2 fases, a primeira onde o hormônio predominante é o estrogênio e a segunda fase, que se inicia após a ovulação, com a progesterona como hormônio principal. A anovulação (falta de ovulação) pode resultar em exposição contínua do endométrio (camada interna do útero) ao hormônio ovariano da primeira fase do ciclo (antes da ovulação), que é o estrogênio. O estrogênio pode causar aumento excessivo da espessura da camada endometrial, o que pode levar a paciente ter sangramento anormal, e até aumento de chance de câncer de endométrio.

A paciente com SOP tem maior probabilidade de ter síndrome metabólica, que é caracterizada por obesidade, aumento da circunferência abdominal, aumento do colesterol, hipertensão arterial, resistência a insulina e diabetes mellitus. Está aumentado também o risco de doença cardíaca.

Obesidade está presente em 50% das pacientes com SOP. Dieta, exercícios físicos e perda de peso aumentam a frequência de ciclos ovulatórios, aumentam a probabilidade de gravidez, reduzem o risco de diabetes e reduzem os níveis de hormônios masculinos.

Tenho SOP e quero engravidar, como é o tratamento?
Avaliação médica, nutricional, exercícios físicos e hábitos saudáveis são essenciais ao tratamento. Se a paciente estiver acima do peso, deve primeiro emagrecer. A perda de peso pode trazer com ela a volta dos ciclos ovulatórios e da fertilidade.

Se estiverem tentando há mais de 1 ano, sem resultado, é importante consultar um especialista em medicina reprodutiva para avaliar o casal. Não é recomendado tomar nenhum remédio para induzir a ovulação sem indicação e acompanhamento médico e ultrassonográfico.

A indução de ovulação pode ser feita com medicamentos de uso via oral como o citrato de clomifeno. Muitas pacientes não respondem a esta medicação e podem ter que tomar gonadotrofinal, de uso injetável subcutaâneo. Porém as gonadotrofinas estão associadas o maior risco de gestação múltipla e síndrome de hiperestímulo ovariano.
A Fertilização in vitro pode ser uma opção para essas pacientes, pois há maior controle sobre o número de embriões a serem transferidos, prevenindo a ocorrência de gestação múltipla.

Como é o tratamento de pacientes com SOP que não querem engravidar?
O tratamento de SOP deve ser individualizado, sempre com acompanhamento médico regular. Avaliação nutricional, exercícios físicos e hábitos saudáveis são essenciais ao tratamento.

Para pacientes que não desejam engravidar, o tratamento hormonal com pílulas anticoncepcionais são uma boa opção, reduz o hirsutismo e a acne, mantém o ciclo mestrual regular, previne câncer de endométrio, e gestação.

O Médico pode associar os anticoncepcionais com medicamentos anti-androgênicos como a espironolactona para melhorar o hirsutismo. Também podem fazer uso de procedimento estéticos como laser para eliminação dos pelos em excesso.
Medicamentos que melhoram a resistência a insulina como a metformina, podem ajudar algumas pacientes a terem ciclos ovulatórios e talvez ajude a prevenir o desenvolvimento de diabetes e síndrome metabólica.

 

Fonte: Dra. Carla Iaconelli 

Por que a frutose faz mal?

Diferente da glicose, a frutose não é produzida pelo nosso organismo, logo as duas substâncias são metabolizadas de formas diferentes no nosso corpo. Vou explicar os efeitos nocivos dessa substância já que nunca se consumiu tanta frutose como nos dias de hoje.

Quando as pessoas consomem uma dieta rica em calorias e rica em frutose, o fígado fica sobrecarregado, transformando a frutose em gordura. Cientistas acreditam que o excesso do consumo de frutose pode ser um fator chave de muitas doenças graves, como, obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardíacas e até câncer.

Comer uma grande quantidade de frutose na forma de açúcar pode:

– Fazer o fígado metabolizar as gorduras, transformando-as em colesterol VLDL, o que leva à dislipidemia, gordura ao redor dos órgãos e doenças do coração;

– Aumento dos níveis de ácido úrico no sangue, podendo levar à gota e pressão sanguínea elevada;

– Causar deposição de gordura no fígado, podendo levar a doenças hepáticas;

– Causar resistência à insulina, que pode evoluir par obesidade e diabetes tipo II.

– Frutose não gera saciedade, da mesma forma como a glicose, fazendo você comer mais calorias;

– O consumo de frutose em excesso pode causar resistência à leptina, o que contribui para a obesidade.

Sem falar que o açúcar pode ser muito viciante!

Mas pera aí… Frutas têm frutose! Então devemos parar de comer frutas?

Muita calma, meu amigo! É importante citar que isso não se aplica às frutas. Frutas não são compostas somente por frutose, elas têm fibras e outros nutrientes. Além do mais, você teria que comer uma quantidade absurda de frutas para atingir níveis perigos de frutose no seu organismo. Frutas são as menores fontes de frutose, quando comparadas com os açúcares e xarope de milho com alta concentração de frutose. Os efeitos nocivos da frutose se aplicam somente a dieta ocidental carregada de açúcar( que contem frutose) e xarope de milho com alta concentração de frutose( adicionado a grande maioria dos industrializados) . Ela não se aplica aos açúcares naturais encontrados em frutas e legumes. Não venha com esse papo que parou de comer frutas por causa da frutose enquanto de empanturra de alimentos com açúcar e xarope de milho. QUEM COME FRUTAS, VERDURAS E LEGUMES VIVE MAIS. Ponto.

 

Fonte: Dr. Bruno Cosme