Correr pode amenizar cólicas menstruais

As temíveis cólicas normalmente são caracterizadas por contrações na musculatura, geralmente abdominal, e podem ocorrer no útero ou no intestino. Suas causas podem ser variadas, como o período de menstruação e fatores envolvidos com a endometriose – tecido que reveste o útero e que pode causar o problema por não conseguir expelir o sangue da menstruação de maneira adequada.

Existem vários tipos de cólica e o recomendado é, em cada caso, adotar uma estratégia diferente quanto aos treinos. “Se for uma cólica menstrual e a mulher estiver muito indisposta, é mais aconselhável que ela faça o repouso”, fala Domingos Mantelli, ginecologista e obstetra. “Já se a cólica é mais leve, a atleta pode se beneficiar da corrida para aliviar as dores até mesmo para os próximos ciclos”, completa.

Deixando de lado a indisposição e falando em dores, o preparador físico Felipe Kutianski aconselha que, caso sejam muito fortes, o melhor mesmo é o repouso. “Já as mulheres que não sentem uma cólica tão forte a ponto de ter que fica de cama, correr, mesmo com pequenas dores, pode trazer benefícios, já que a atividade libera endorfinas (hormônio responsável pelo bem-estar).”

Para as mulheres que sofrem muito com as cólicas, Felipe Kutianski dá uma dica: “Eu recomendaria algumas técnicas de Pranayamas (respirações ativas do Yoga) e exercícios básicos em casa de respiração. Boa parte das mulheres sofre com as dores pelo simples fato de não terem um controle sobre sua respiração.”

Quem opta por praticar a atividade pode, inclusive, experimenta benefícios a longo prazo. “A mulher que faz atividade física periodicamente tende a ter uma qualidade melhor no período menstrual e ter menos cólica”, finaliza Mantelli.

Sem cólicas
Para evitar sentir cólicas, existem alimentos que ajudam a diminuir as contrações uterinas. Entre eles, os ricos em cálcio e potássio influenciam diretamente. Além disso, com acompanhamento profissional, é possível evitar as cólicas (ou diminuir sua intensidade).

Algumas dicas recomendadas por profissionais:

1) Controlar a intensidade da atividade
Forçar muito o seu corpo pode piorar a cólica, por isso, nesse período treine com menos intensidade;

2) Exercícios menos intensos
Nesse período, além da corrida, alongamento, caminhada e Yoga são recomendados para a mulher por serem atividades de baixo impacto e não prejudicarem ainda mais o período de cólicas.

3) Coma os alimentos certos
Alimentos que possuem ômega 3 são recomendados para esse período por melhorar as contrações. Opte por salmão e atum, por exemplo. Ainda existem mais alguns relaxantes musculares naturais, como castanha do Pará, batata, banana etc.

4) Aposte no calor
O frio pode piorar as dores da cólica, por isso, procure se manter em um lugar mais quente. A prática de exercícios deixa o corpo aquecido, ajudando com as dores.

5) Descanse
Após a prática de exercícios é importante descansar bastante e deixar o corpo relaxar. Não abuse!

Fonte: Domingos Mantelli 

Vale a pena ter plano de saúde?

Doença não tem hora, nem momento certo pra chegar. Em alguns casos gera apenas um incomodo momentâneo, em outros chega de forma devastadora, comprometendo a qualidade de vida não só do paciente, mas de todos ao seu redor. É preciso estar preparado, seja para pequenos transtornos ou emergências mais sérias. Infelizmente, o sistema de saúde pública do nosso país é precário, portanto, contar com os serviços de plano de saúde é a alternativa mais eficaz, para não ficar desamparado em momentos de extrema necessidade.

A escolha do plano ideal não é fácil, mas consultando corretores de confiança a busca fica mais tranquila. Cuide de sua saúde com o que há de melhor na medicina brasileira. A Família Balbino Corretora de Seguros é parceira das mais conceituadas operadoras e seguradoras de saúde do Brasil.

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Os perigos da garrafa de água esquecida no carro

Você tem o costume de deixar garrafas de água no carro? Sabia que isso pode ser muito perigoso para a sua saúde? Por causa do aquecimento natural do ambiente fechado, o bisfenol A (BPA), presente no plástico da garrafa, pode contaminar a bebida e causar sérios problemas no seu organismo.

O bisfenol A é um produto químico utilizados na composição de plásticos para aumentar a resistência desse material. A substância também está presente no nosso organismo de forma natural. Mas essa quantidade pode aumentar se consumirmos alimentos que foram contaminados com BPA presente na embalagem.

BPA presente nas embalagens pode prejudicar a saúde

Os níveis de BPA encontrados em alimentos que são armazenados em determinados recipientes não chegam a ser uma preocupação para a saúde. Mas algumas substâncias podem ampliar o efeito do bisfenol A em nosso organismo.

A polêmica sobre os possíveis problemas que o uso do BPA em embalagens ou recipientes pode causar surgiu a partir de estudos recentes. Os resultados, que ainda não são consideramos conclusivos, mostraram que é necessária uma dose muito alta de BPA para causar problemas no nosso organismo. Mas, por precaução, vários países, inclusive o Brasil, proibiram a importação e fabricação de utensílios para bebês com bisfenol A na composição, como mamadeiras e chupetas.

Mas, apesar de não comprovados, os danos que o consumo excessivo de BPA podem causar, principalmente se entrarem em contato com o organismo de um bebê ainda em formação no útero da mãe, são: alterações na produção dos hormônios, que trazem danos à saúde como infertilidade, modificações no desenvolvimento dos órgãos sexuais, endometriose e, até, câncer.

Dicas para evitar a exposição ao bisfenol A

  • Nunca esquente alimentos ou bebidas no micro-ondas em recipientes de plástico;
  • Não use recipientes de plástico para guardar alimentos ou bebidas no freezer;
  • Não utilize utensílios de plásticos que estejam rasgados ou arranhados;
  • Caso você use embalagens de plásticos para armazenar alimentos ou bebidas, evite as que têm símbolos de reciclagem 3 e 7 na parte interna ou externa.

Referências:

http://portal.anvisa.gov.br/web/ggali/bisfenol-a. – acessado em 15/07/2016;
http://www.endocrino.org.br/bisfenol/ – acessado em 15/07/2016.

 

Fonte: http://www.gndi.com.br/web/guest/agua-de-garrafa-abandonada-no-carro-pode-ser-perigoso-para-a-saude

Hospitais do projeto Parto Adequado recebem orientações sobre cesáreas eletivas

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) encaminhou aos hospitais participantes do Projeto Parto Adequado a Política de Agendamento de Cesarianas Eletivas, documento alinhado às novas orientações para a implementação da Resolução nº 2.144/2016 do Conselho Federal de Medicina (CFM). Com isso, a ANS visa auxiliar esses estabelecimentos a se adequarem à normativa, bem como esclarecer que uma gestação normal pode durar até 42 semanas e que o ideal é que a mulher entre em trabalho de parto. Dessa forma, a Agência espera contribuir para a redução das cesarianas precoces realizadas sem indicação médica, que acabam gerando riscos desnecessários para o bebê e para a gestante. A resolução do CFM estabelece que, nas situações de risco habitual, a cesárea somente poderá ser realizada a partir da 39ª semana de gestação.

O material enviado aos hospitais recomenda três importantes mudanças para que os estabelecimentos melhor se adaptem à medida: a regulação do processo de agendamento das cesárias eletivas, para que os médicos justifiquem a marcação da cirurgia e a gestante saiba claramente dos riscos a que está se submetendo; a transparência dos resultados da prática clínica e a troca de experiências entre os profissionais médicos, favorecendo a mudança de percepção de qualidade do atendimento prestado à gestante; e a revisão e implementação de protocolos de melhores práticas no cuidado obstétrico, tornando o hospital mais responsivo e ajustando com o corpo clínico práticas baseadas nas melhores evidências científicas.

Para a regulação do processo de agendamento, é sugerida a padronização do cálculo e da informação da idade gestacional, com a indicação, pelo médico, da idade do bebê em semanas e dias. Também é recomentada a adoção de formulário de agendamento que inclua as indicações médicas da cesariana ou da indução. Isso é importante para identificar as gestantes que possuem indicação médica para cesáreas precoces ou a termo (39ª-42ª semana de gestação).

Outra medida necessária é a implementação, pelos hospitais, de uma política objetiva para extinguir o agendamento de cesariana eletiva precoce e para orientação sobre o agendamento de cesáreas eletivas a termo. Com isso, busca-se capacitar o hospital para fazer cumprir o combinado com famílias e profissionais de saúde de apenas agendar cesarianas que possuem indicação médica reconhecida e que foram revistas e consideradas necessárias. Além disso, a ANS, através do projeto Parto Adequado, reforça aos hospitais a necessidade de estimular a educação e a conscientização das gestantes e da comunidade de modo a reduzir demanda por cesáreas eletivas e incentivar o parto normal.

O projeto Parto Adequado é uma iniciativa conjunta da ANS, do Hospital Israelita Albert Einstein e do Institute for Healthcare Improvement (IHI) que conta com a participação de aproximadamente 40 hospitais e 30 operadoras de planos de saúde. O objetivo é melhorar a atenção obstétrica, com a implementação de um novo modelo de atenção ao parto e nascimento, e reduzir o número de cesáreas desnecessárias no país. Saiba mais sobre a iniciativa clicando aqui.

info parto portal

Fonte: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/qualidade-da-saude/3398-hospitais-do-projeto-parto-adequado-recebem-orientacoes-sobre-cesareas-eletivas